Cadeiras Emblemáticas da Arquitetura

Elas fazem tão parte de nossas vidas que na maior parte do tempo nem nos damos conta como elas são importantes. Inventadas no Egito Antigo, cerca de 2800 anos a.C., eram de uso restrito dos soberanos. Mas o tempo passou e elas viraram também uma importante peça de design!

Muitas das cadeiras famosas que separamos estão nessa lista são consideradas atemporais, ou seja, até hoje continuam a influenciar e a serem imitadas – além de terem se tornado objeto de desejo.
Vem conhecer algumas das cadeiras mais famosas de design brasileiro e internacional!

1) Ball Chair

Foi criada pelo designer Eero Aarnio, no ano de 1966, projetada inicialmente para ser usada em sua própria residência, como uma poltrona acolhedora e que preenchesse o espaço.

Feita de fibra de vidro com estofados em lã, disponível em várias cores e tons, foi sensação no ano de seu lançamento na International Furniture Fair in Cologne, Alemanha, sendo considerada uma das mais notáveis cadeiras da história do século XX.

Seu design, projeta uma atmosfera acolhedora e tranquila, protegendo os ruídos do ambiente e transformando num espaço mais privado. Sua base giratória permite direcionar a visão, assim o usuário pode optar pela melhor posição.

Seu design de presença e totalmente ergonômica, a tornam uma das cadeiras no topo da lista das cadeiras mais queridas.

2) Barcelona

Foi criada pelo designer Eero Aarnio, no ano de 1966, projetada inicialmente para ser usada em sua própria residência, como uma poltrona acolhedora e que preenchesse o espaço.

Feita de fibra de vidro com estofados em lã, disponível em várias cores e tons, foi sensação no ano de seu lançamento na International Furniture Fair in Cologne, Alemanha, sendo considerada uma das mais notáveis cadeiras da história do século XX.⠀

Seu design, projeta uma atmosfera acolhedora e tranquila, protegendo os ruídos do ambiente e transformando num espaço mais privado. Sua base giratória permite direcionar a visão, assim o usuário pode optar pela melhor posição. Seu design de presença e totalmente ergonômica, a tornam uma das cadeiras no topo da lista das cadeiras mais queridas.

3) poltrona mole

Nas palavras do designer Sergio Rodrigues: “essa é uma poltrona superpreguiçosa. Foi criada em 1960, por esse homem que foi considerado como: “o criador do móvel moderno brasileiro”. E, sem dúvidas, estavam certos, ele ainda é um dos maiores ícones do mercado mobiliário nacional.

Essa cadeira foi encomendada, originalmente, pelo fotógrafo Otto Stupakoff. Ele queria, na verdade, um sofá onde as pessoas pudessem ficar esparramadas e confortáveis, onde quem sentasse se sentiria como um sultão.

Naquela época, era moda ter um sofá com poltronas combinando. E foi isso que Sergio fez com o móvel que criou para Otto. E daí surgiu a Poltrona Mole. Ela caminha pela contramão do que estava em alta em matéria de decoração nos anos 60, quando tudo eram pés palito e silhuetas elegantes. A irreverência do designer burlou todos os padrões daquela época.

O nome, curiosamente, é um apelido para como os operários da fábrica tratavam a peça: molenga. Parece improvável, mas a Mole não fez sucesso logo de cara. Passou mais um ano exposta na Oca, a loja de Sergio Rodrigues em Ipanema, até que alguém se interessasse pela compra. Só entrou para a lista de ícones do design em 1961, quando venceu o Concurso Internacional do Móvel de Cantú, na Itália, por apresentar o verdadeiro modo brasileiro de sentar.

4) Cadeira Wishbone

Criada por Hans J. Wegner, em 1949 na Escandinávia. Mesmo se você não é um entusiasta de design e não sabe o seu nome, é grande a chance de você já ter visto ou até mesmo sentado na cadeira “Wishbone” (em homenagem ao formato daquele ossinho de frango que popularmente é puxado por duas pessoas para fazer um desejo). 

Em produção há mais de 60 anos, essa cadeira de jantar foi um dos primeiros desenhos de Hans J. Wegner para Carl Hansen & Son.

Com linhas limpas e um estilo simples, à moda escandinava, essa é uma peça produzida artesanalmente, sempre da mesma forma, pelas mãos de habilidosos artesãos.

Compõem a cadeira ao todo 14 peças, que exigem 100 processos separados e cerca de 3 semanas de preparação.

5) Wassily

Foi desenhada e produzida pelo húngaro Marcel Breuer. O arquiteto era mais um entre os mestres que passaram, pela Bauhaus. A cadeira de tubos metálicos e tiras de couro, inicialmente se chamou Club, para mais tarde ser rebatizada em homenagem ao amigo de Breuer e pintor, Wassily Kandinsky.

A sua estética mecanicista abstrata era diretamente relacionada à tendência do movimento racionalista da Bauhaus, para a criação de formas simples e para o uso de materiais ligados à produção industrial em grandes quantidades destes produtos. Isso permitiria (em teoria) reduzir custos e a democratização do design de qualidade.

6) Tongue

Desenhadas pelo mestre dos mestres dinamarquês Arne Jacobsen, e revisitadas agora pela Howe.

Datadas de 1955, as cadeirinhas estavam havia anos fora de linha. A Howe as traz de volta preservando o formato orgânico de onda e as pernas levemente abertas, seu charme.

Se é verdade que os clássicos do design nunca morrem, também é justo dizer que nem toda a responsabilidade por isso recai sobre os ombros de seus autores.

Especialmente em tempos de crise, muitos fabricantes preferem investir em reedições de peças ou criadores consagrados, homenageando, no processo, sucessos de outrora, que foi o caso da criação desta cadeira.

7) LC2 e LC3

Seu design, limpo e funcional, desenhado por Le Corbusier, Pierre Jeanneret e Charlotte Perriand em 1928, as poltronas fazem parte da série “Grand Confort”. As peças foram divididas em duas categorias: LC2 ou “Le Petit Modèle”, que são mais compactas, e LC3 ou “Grand Modèle”, maiores e mais robustas.

Um dos principais ícones da arquitetura moderna mundial, defendia o design funcional, sem adornos. Destacou-se na arquitetura e no urbanismo, mas também deixou um forte legado na história do design de móveis

8) Poltrona Egg

Com anatomia perfeita, o “ovo” é um dos triunfos do design de Jacobsen. No final dos anos 50 Arne Jacobsen projetou o Hotel Royal, em Copenhaga, e para o projeto desenhou uma poltrona que se tornou o maior símbolo de design de móveis no mundo, a The Egg.

A comissão para projetar cada elemento do edifício do hotel, bem como o mobiliário foi para Jacobsen uma grande oportunidade de colocar suas teorias de design e arquitetura integrada em prática.

• A base é em alumínio fundido polido.

• O eixo é fabricado para comportar a poltrona que ainda é giratória.

• A base quatro pés é também conhecida como pés galinha.

• A estrutura interna do assento é feita em fibra de vidro ou fiberglass.

• A espumas são cortadas no formato da poltrona e fixadas na fibra com processo específico de colagem.

• No revestimento o cliente pode abusar da criatividade e escolher até mesmo um tecido de fora da linha da loja e enviar para confecção da peça.

• Além disso a peça ainda conta com mecanismo de relax.

• Justamente pelo seu design diferenciado, a poltrona se enquadra em várias facetas do nosso dia, serve como poltrona de leitura, amamentação, recepção, decora e rende charme e sofisticação ao ambiente.

9) Series 7™

Criada por Hans J. Wegner, em 1949 na Escandinávia. Mesmo se você não é um entusiasta de design e não sabe o seu nome, é grande a chance de você já ter visto ou até mesmo sentado na cadeira “Wishbone” (em homenagem ao formato daquele ossinho de frango que popularmente é puxado por duas pessoas para fazer um desejo).

A cadeira de laminado moldado a pressão é um desdobramento das pesquisas realizadas em torno da também famosa cadeira cadeira ANT™.

Esta cadeira empilhável de quatro pés usa a mais sofisticada técnica de laminação, aperfeiçoada nos anos 1920 e 1930 por Søren C. Hansen, neto do fundador Fritz Hansen.

O visionário Arne Jacobsen explorou ao limite as possibilidades da laminação e o resultado foi a forma iconográfica da cadeira. A Series 7 é a cadeira da coleção de Fritz Hansen com maior variedade de opções de uso. É leve e empilhável, oferece uma variedade de opções como apoio de braços, rodízios etc.

São nove tipos diferentes de madeira, cada uma com seu padrão e textura exclusivos, abrangendo uma extensa amostragem de cores e tons naturais de madeira.